sexta-feira, março 27, 2009

Instituto Ecofuturo

Caros senhores,Vimos solicitar o seu apoio no sentido de divulgar os Concursos da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, de 2009, para o maior número de pessoas, para que possamos conhecer e mapear os projetos brasileiros de promoção de leitura, assim como valorizar e premiar esses profissionais anônimos em reconhecimento a decisiva e crucial tarefa cultural e educativa, pouco empreendida entre nós, como a formação de leitores e a utilização de livros de literatura para crianças e jovens.As inscrições são gratuitas e encerram-se no dia 30 de abril de 2009 (data de postagem do correio).Concursos FNLIJ 2009: (regulamentos no site: www.fnlij.org.br)Concurso FNLIJ/Petrobras Os Melhores Programas de Incentivo à Leitura junto a Crianças e Jovens de todo o Brasil, uma iniciativa da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil - FNLIJ, que conta com a parceria da Petrobras, nesta sua 14ª edição, tem como objetivos: identificar e dar publicidade aos diversos programas de incentivo à leitura junto aos públicos infantil e juvenil já existentes no Brasil, buscando conhecer quem, como e com que dificuldades, soluções e metas lidam as pessoas, físicas e/ou jurídicas, responsáveis por estes programas; estimular o desenvolvimento de novos programas, gerando subsídios técnico-científicos para o desenvolvimento de políticas, públicas ou privadas, de incentivo à leitura no Brasil.Concurso FNLIJ Curumim - Leitura de Obras de Escritores Indígenas - 6ª edição - Concurso dirigido a adultos que trabalham com a promoção de obras literárias de autoria indígena. A Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, com o propósito de incentivar a produção literária para crianças e jovens e a leitura, tem promovido concursos de textos para professores que incentivam a leitura literária junto a crianças e jovens. Em 2004, a FNLIJ iniciou a parceria com o INBRAPI - Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual, presidido pelo escritor Daniel Munduruku. Como uma ação de fortalecimento da nova década dos povos indígenas (2005 – 2015) proclamada pela UNESCO, em parceria com o INBRAPI, através do Núcleo de Escritores e Artistas Indígenas – NEArIn, a FNLIJ promove este concurso. Realizado desde 2004, em parceria com o INBRAPI; e, a partir de 2006, conta com a participação do Núcleo de Escritores e Ilustradores Indígenas – NEII. Seleciona textos que registram experiências com obras de autores indígenas em salas de aula, bibliotecas, escolas, comunidades, desenvolvidas por professores, bibliotecários e educadores. Uma bibliografia recomendada de obras indígenas acompanha o regulamento.Concurso FNLIJ Tamoios de Textos de Escritores Indígenas - 6ª edição - Concurso dirigido a autores indígenas, ou que possuam alguma filiação indígena, realizado como uma ação de fortalecimento da nova década dos povos indígenas (2005 – 2015) proclamada pela UNESCO, em parceria com o INBRAPI - Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual, através do Núcleo de Escritores e Artistas Indígenas – NEArIn. A FNLIJ realiza este concurso desde 2004, em parceria com o INBRAPI. E, a partir de 2006, conta com a participação do Núcleo de Escritores e Artistas Indígenas – NEArIn. Seleciona textos literários inéditos de escritores indígenas, em prosa ou poesia.Concurso Leia Comigo - 8ª edição - Concurso dirigido a adultos, pais, professores, educadores, que queiram relatar uma experiência com a leitura dirigida às crianças e adolescentes. Iniciado em 2002, em duas categorias (relato real e relato ficcional), para experiências bem sucedidas de leitura compartilhada de adultos com crianças e/ou jovens. A FNLIJ tem procurado incentivar nas famílias o interesse pela leitura, acreditando que o adulto é, efetivamente, o mediador desse interesse da criança e do jovem pelos livros. Como parte integrante dessas ações, a FNLIJ criou a campanha Leia Comigo! em 2001, e o Concurso FNLIJ Leia Comigo! em 2002. Podem se inscrever adultos que tenham uma experiência realizada com a promoção da leitura ou que criem um relato de ficção, cujo assunto principal seja a leitura compartilhada.Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil - FNLIJBrazilian Section of IBBYRua da Imprensa, 16, sala 121520030-120 - Rio de Janeiro - RJ - BrasilTel.: 55 + 21 + 2215-3406 / 2262-9130Fax: 55 + 21 + 2240-6649comunicacao@fnlij.org.br
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sexta-feira, fevereiro 27, 2009

quinta-feira, novembro 20, 2008

Cópia da Carta do Governador do Rio 1711

Cópia da Carta do Governador do Rio 1711
20/11 18:57

Cópia da carta que o Governador do Rio de Janeiro Francisco de Castro ao senhor Dom Lourenço de Almada em 15 de novembro de 1711.
“Meu Senhor. Já dei a Vossa Senhoria o parabém de lhe ter vindo o seu sucessor; agora o faço segunda vez, como tão interessado em que Vossa Senhoria logre o gosto de se recolher a sua casa; assim o permita Deus, para que este criado de Vossa Senhoria viva na esperança de se empregar em seu serviço, pois em toda a parte desejo mostrar nele a minha obediência.
Também dei conta a Vossa Senhoria do meu infeliz sucesso, perda desta cidade[1], e resgate que fazíamos dela, e que os franceses estavam em vésperas de se irem; e saíram pela Barra fora sexta-feira, que se contavam 13 do corrente o que agora não repito por não mover a Vossa Senhoria a maior dor; e porque o portador como carta viva, e testemunha de vista, o poderá contar com toda a individuação.
E sem embargo de que todos, por se desculparem, me carreguem a mim e eu não negue ter muita culpa, seguro a Vossa Senhoria, não tenho tanta quanto me querem por; e que espero em Deus há de mostrar a verdade. E o mais posso segurar a Vossa Senhoria é, que sendo esta gente toda a mais obediente para deixarmos a praça, não o quiserem ser, para fazermos um corpo aonde inventávamos, e que todos me deixaram, sem que os meus rogos os obrigassem a obedecer-me, que se o fizessem, nem haveria a perda, que houve, nem nos seria necessário resgatar a cidade por dinheiro, o que se fez, porque todos nos desampararam.
O Sr. Antonio de Albuquerque[2] fica governado em virtude de uma carta que tinha de S. Majestade[3], vinda o ano passado; sem embargo de que eu o hei de ajudar como oficial de ordens. Ao se Vossa Senhoria fica mui pronta a minha obediência, para no serviço de Vossa Senhoria desempenhar a minha obrigação, e exercitar a minha vontade. Deus Guarde a Vossa Senhoria Rio de Janeiro[4] 15 de Novembro de 1711. Criado de Vossa Senhoria, Francisco de Castro Moraes[5]. [Ao] Sr. Dom Lourenço de Almada[6].”
Continuando
20/11 18:58

[1] Este trecho refere-se ao episódio da segunda invasão francesa ao Rio de Janeiro sob o comando do corso francês Duguay-Trouin em 12 de setembro de 1711. Duguay-Trouin, depois de pilhar a cidade e afugentar a população para o interior, exigiu o pagamento de um resgate sob pena de destruí-la. O governador de então, acabou pagando com seus próprios recursos parte do valor exigido, aconselhando o corso a levar todo ouro e riquezas que conseguisse amealhar em butim, alegando que a população levara consigo seus pertences de valor, tornando impossível arrecadar o resgate exigido.
O Corsário tem sua origem na Idade Média, mas se tornou especialmente importante na Idade Moderna. Ao contrário do pirata, do ponto de vista do direito internacional, o corsário é um combatente regular, a quem o governo dava uma carta de corso. Poderia ser mantido diretamente pelo governo ou por um particular. Não há grande diferença dos piratas quanto aos métodos, porém, o corso reservava de 1/3 a 1/5 do amealhado para o tesouro real.
[2] Governador da capitania de São Paulo e das Minas Gerais, comandante das tropas de Minas Gerais enviadas para combater a segunda invasão francesa na cidade do Rio de Janeiro.
[3] Trata-se de d. João V, “o magnânimo” (1689-1750), proclamado rei em 1706. Entre as medidas políticas mais expressivas de seu governo, encontram-se os tratados de Ultrech (1713-1715), selando a paz na guerra de sucessão espanhola e o tratado de Madri (1750), o qual retratou de maneira mais próxima a atual configuração do território brasileiro. Durante seu reinado, merece consideração a figura de Alexandre de Gusmão, brasileiro que intermediou o tratado de Madri.
[4] Fundada em 1565, por Estácio de Sá, a cidade do Rio de Janeiro tornou-se sede do governo colonial em 1763, adquirindo grande importância no cenário sócio-político do Brasil. O comércio marítimo entre o Rio de Janeiro, Lisboa e os portos africanos da Guiné, Angola e Moçambique constituía a principal fonte de lucro das Capitanias. As lavouras tradicionais da região eram o açúcar, o algodão e o tabaco. Com a chegada da Corte, em 1808, a cidade do Rio de Janeiro e as regiões próximas sofreram inúmeras transformações, com vários melhoramentos urbanos, tornando-se referência para as demais regiões. Entre as mudanças figuram: a transferências dos órgãos da Administração Pública e da Justiça e a criação de academias, hospitais e quartéis. Importantíssimo negócio foi o tráfico de escravos trazidos, aos milhares, em navios negreiros e vendidos aos fazendeiros e comerciantes. O Rio de Janeiro foi um dos principais portos negreiros e de comércio do país.
[5] Governador da cidade do Rio de Janeiro à época da segunda invasão francesa.
[6] Foi governador da Ilha da Madeira, Angola e Brasil, onde sucedeu a Luís César de Meneses em 1710.


http://www.historiacolonial.arquivonacional.gov.br

http://www.historiacolonial.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=238&sid=35&tpl=printerview

Sequestro do Rio- 2ª Invasão Francesa

Sequestro do Rio- 2ª Invasão Francesa
20/11 18:54

O Arquivo Nacional e a História Luso-Brasileira
Administração colonial

A invasão francesa de 1711



Correspondência entre o governador do Rio de Janeiro Francisco de Castro e dom Lourenço de Almada em 1711. O documento relata a situação do Rio de Janeiro, após o episódio da segunda invasão francesa nesta cidade, mostrando algumas dificuldades enfrentadas pelas autoridades em expulsar e coibir os ataques de piratas e corsários. A carta revela ainda a precariedade da defesa e segurança da colônia neste período.


Conjunto documental: Cartas sobre os franceses no Rio de Janeiro em 1711
Notação: códice 756
Datas-limite: 1711
Título do fundo ou coleção: Diversos códices-SDH
Código do fundo: NP
Argumento de pesquisa: Capitanias, governadores das
Data do documento: 15 de novembro de 1711
Local: Rio de Janeiro
Folha(s): 11

Invasões do Rio


Setembro,11-René Duguay-Trouin, corsário francês, chega ao Rio de Janeiro com 18 navios e uma tropa de 5000 homens. Começando por ocupar a ilha das Cobras junto ao Rio.
Na sequência deste ataque Rio de Janeiro, virá a capitular em Outubro. Porém a tomada da fortificação desta ilha, viria a justificar a necessidade de construção duma outra fortificação nesta ilha da Baía de Guanabara, o que veio a acontecer.

hi5 - Diário de Sandra - Histórias do Rio

hi5 - Diário de Sandra


Pânico no Rio de Janeiro
Por CRISTIANO CATARIN

"Tropas do exército brasileiro permanecem nos morros cariocas; bala perdida mata um estudante durante o período letivo num colégio público do Rio de Janeiro; comando vermelho manipula crime organizado, inclusive de dentro das penitenciárias do Estado do Rio; turistas ingleses são surpreendidos e assaltados por bandidos no Leblon, região nobre do Rio de Janeiro; 'arrastão' deixa dezenas de pessoas desesperadas na praia de Copacabana, litoral carioca".


Infelizmente manchetes como estas são costumeiramente divulgadas pelos noticiários televisivos e também por grande parte da imprensa escrita. Evidente que o medo e a violência não assombram somente as cidades do Rio de Janeiro. Por outro lado, o fato é que o Rio convive com a sensação de pavor desde antes de sua fundação. Algumas páginas da história nos revelam uma triste herança deixada pelas aventuras francesas comandadas por Nicolau Durand de Villegaignon no século XVI, duma região que ainda iria receber o nome de Rio de janeiro.

As invasões realizadas pelos franceses aconteceram a partir da segunda metade do século XVI, mas a idéia de estabelecer uma colônia na Baía de Guanabara fazia parte de um projeto antigo destes europeus. No interior da baía, numa ilha, os invasores construíram o Forte Coligny. No entanto, a ocupação dos invasores duraria pouco tempo, até que em 1565 os portugueses, sob o comando do então governador-geral do Brasil, Mem de Sá, e posteriormente seu sobrinho, Estácio de Sá, expulsaram definitivamente a colônia francesa. O sobrinho do governador aproveitou a oportunidade do restabelecimento de domínio dos portugueses para fundar a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, garantindo assim, a posse do território.

O sentimento de insegurança no Rio Janeiro avançou por todo período colonial. Havia o temor do perigo externo: medo das doenças trazidas pelo tráfico de escravos (transportados da África pelos navios negreiros sem a menor condição de higiene e saúde), medo das invasões estrangeiras, medo também de serem atacados pelos nativos.

Essa angústia presente na população carioca proporcionava reações de pavor mesmo em situações que não representavam riscos, como uma simples aproximação de embarcações desconhecidas à costa da baía. Certa vez, em 1695, um navio francês aproximou-se da Guanabara solicitando as autoridades do Rio de Janeiro aportar na região com objetivo de reparar algumas avarias no navio e também para o reabastecimento de víveres dos marujos. Isso foi o suficiente para que muitos deixassem suas casas da cidade, fugindo para regiões interioranas levando consigo mulheres, filhos e bens pessoais. O governador do Rio de Janeiro acabou ouvindo muitos boatos pela cidade referentes a histórias mirabolantes envolvendo os franceses. A boataria tomou conta das ruas causando pânico e insegurança por toda parte. Muitos tentaram agredir os tripulantes da embarcação francesa aportada no litoral carioca.

A partir de então, um fato inusitado. O governador decretou a proibição da circulação de todo e qualquer tipo de boato na cidade sob pena de morte aos boateiros acusados e condenados. Veja até que ponto chegou à sensação de medo no Rio de Janeiro colonial.

Anos mais tarde, os franceses planejaram novas investidas contra o Rio de Janeiro, em 1711 eles derrotaram os portugueses. Durante este episódio, grande parte da população urbana fugiu para outras regiões. Inclusive as autoridades nada puderam fazer além do próprio rendimento aos ataques. A principal temeridade do governo ao final do século XVIII ficava por conta das ideologias da Revolução Francesa com respeito à igualdade e liberdade. Havia ainda a possibilidade dos moradores cariocas apoiarem os estrangeiros, visto que o clima de insatisfação pairava por toda cidade. Tomada pelo medo e pela revolta, a população ameaçava desobedecer à subordinação local e o próprio reinado português.

domingo, novembro 16, 2008




Jardins do Palácio do Catete, 1954.
O momento de luto da Nação, morre o morador mais famoso do Palácio, o "Pai dos Pobres", Presidente Getúlio Vargas. Getúlio Vargas, gaucho de São Borja, foi um homem polêmico e cheio de contradições. Apoiou o facismo, perseguiu judeus e comunistas, e lutou contra os nazi-facistas aliado aos Estados Unidos da América. Foi um ditador que oprimia o povo e seus inimigos politicos, com o Dip,sua guarda pessoal e seu "Anjo Negro", porém criou uma das mais importantes leis desse país a "Consolidação das Leis Trabalhistas- CLT", que deu aos trabalhadores direitos a férias, 13ºsalário, indenização para as demições sem justa causa e licença maternidade. Criou a Mais importante empresa do país a Petrobrás. Sem dúvida, foi um homem que deixou grandes feitos para os brasileiros.

Rio Antigo




Década de 40. Fila do lotação no Cassino da Urca, Rio de Janeiro. Na foto pode-se observar, no canto direito, o detalhe do veículo à frente do lotação com a adaptação para o gasogênio, usado no período da II Grande Guerra. A gasolina quase não existia, pois era toda usada nos veículos militares, ficando o povo com o gasogênio,mais barato e menos eficiênte.

Rio Antigo




Copacabana, 1940. Já naquela época, o carioca costumava passear no calçadão de Copacaba. A moda feminia era as saias godês, veja o detalhe da sungas de praia; eram bem justas perna retas com a cintura bem alta.