domingo, novembro 16, 2008

Rio Antigo




Cafezinho no botequim,hábito dos cariocas até hoje. Observe a elegância, da época paletó e chapéu. Centro da cidade do Rio de Janeiro, 1954.

Rio Antigo



Vendedor de doces das ruas do Rio de 1919.

Cinema Roxi na Av. Copacabana na década de 60. Nessa época o cinema era uma sala única de exibições. Hoje no mesmo espaço são três salas. Era o tempo das grandes salas. Costuma-se dizer que, quando a sala tinha no nome "cinema", eram grandes espaços, e quando chamam-se de "cine" tinham poucos lugares. Hoje, o Roxi com seus tres "pequenos" espaços, ainda é um dos maiores cinemas do Rio de Janeiro.

Rio Antigo



Av.Rio Branco 1939

segunda-feira, novembro 03, 2008

domingo, novembro 02, 2008

Inquisições do Santo Ofíco de Brasileiros no Arquivo Nacional da Torre do Tombo

Inquisições do Santo Ofício de Brasileiros no ANTT
(Arquivo Nacional da Torre do Tombo
(Lisboa - Portugal)
Microfilme de manuscritos no Arquivo Nacional da Torre do Tombo em Lisboa, e no Arquivo do Hebrew College em Cincinnati, Ohio.Documentos dos processos contra cristãos novos (marranos), brasileiros levados a Portugal, acusados de serem judeus.Documents of trials of New Christians (Marranos), persons taken prisoner in Brazil, accused of being Jewish, and sent to Portugal to face the Inquisition.268 processos em 77 rolos de microfilme ; 35 mm.Sociedade Genealógica de Utah
© 1999 Intellectual Reserve, Inc. All rights reserved



Nome , ano, número do microfilme e item
Processo de Andre Lopes Ilhoa, 1621 =784501 Item 1
Processo de Luís de Montearoyo, 1713= 784501 Item 2
Processo de Duarte Álvarez Ribeiro, 1621 =784501 Item 3
Processo de Luís Mendes da Silva, 1713 = 784501 Item 4
Processo do Padre Francisco de Paredes, 1716 = 784502
Processo de Miguel Telles da Costa, 1711 = 784503
Processo de Guiomar de Paredes (ou, de Lucena), 1716 = 784504
Processo de David de Miranda, 1716 = 784505 Item 1
Processo de Anna do Valle, 1711 = 784505 Item 2
Processo de Manoel do Valle Guterrez, 1711 = 784505 Item 3
Processo de Leonor Gomes, 1713 = 784505 Item 4
Processo de Ignácio de Oliveira Barros, 1713 = 784505 Item 5
Processo de Brites de Paredes, 1713 = 784506 Item 1
Processo de Guiomar de Azevedo, 1713 = 784506 Item 2
Processo de Francisca Coutinho, 1713 = 784506 Item 3
Processo de Lourença Coutinho, 1633 = 784506 Item 4
Processo de Matheus Lopes Franco, 1619 = 784506 Item 5
Processo de Diogo Pires Diamante, 1621 = 784507 Item 1
Processo de Joseph de Lis (aliás Isaac de Castro), 1645 = 784507 Item 2
Processo de Elena Nunes, 1610 = 784508 Item 1
Processo de Elena do Valle, 1711 (outra filmagem do mesmo processo se acha no rolo 784538, item 1) = 784508 Item 2
Processo de António de Andrade Soares, 1713 = 784508 Item 3
Processo de Izabel Gomes da Costa, 1713 = 784508 Item 4
Processo de Felippa Nunes, 1732 = 784509 Item 1
Processo de Felippa Gomes Henriques, 1732 = 784509 Item 2
Processo de Felicitas de Gusmão Vxoa, 1732 = 784509 Item 3
Processo de Floriana Rodrigues, 1732 = 784509 Item 4
Processo de Florença da Fonseca, 1732 = 784509 Item 5
Processo de Joseph Nunes, 1732 = 784509 Item 6
Processo de Luíz da Costa, 1743 = 784509 Item 7
Processo de Joanna Correa, 1714 = 784509 Item 8
Processo de Margarida Rodrigues, 1714 = 784509 Item 9
Processo de Gabriel de Paredes, 1716 = 784510 Item 1
Processo de Luíza Maria Doria, 1714 = 784510 Item 2
Processo de Joanna de Barros, 1713 = 784511 Item 1
Processo de Luís Fernando Crato, 1712 = 784511 Item 2
Processo de Francisco Paes Barreto, 1714 = 784511 Item 3
Processo de Izabel Correa de Souza, 1714 = 784511 Item 4
Processo de Brites de Paredes Gramacha, 1716 = 784511 Item 5
Processo de Josepha da Silva e Souza, 1713 = 784511 Item 6
Processo de Diogo Rodrigues, 1713 = 784512 Item 1
Processo de Joseph Correa Ximenes, 1713 = 784512 Item 2
Processo de Salvador Cardoso Coutinho, 1713 = 784512 Item 3
Processo de Anna de Fonseca, 1729 = 784512 Item 4
Processo de Izabel de Mesquita, 1711= 784513 Item 1
Processo de Brites de Azevedo, 1713 = 784513 Item 2
Processo de Brites da Paz, 1713 = 784513 Item 3
Processo de João Rodrigues Callasa, 1713 = 784513 Item 4
Processo de Anna de Paredes, 1716 = 784514 Item 1
Processo de Bernardo Mendes da Silva, 1713 = 784514 Item 2
Processo de Belchior da Fonseca Doria, 1713 = 784514 Item 3
Processo de Rodrigo Mendes de Paredes, 1713 = 784514 Item 4
Processo de Miguel de Barros, 1714 = 784515 Item 1
Processo de Izabel de Silva, 1714 = 784515 Item 2
Processo de Izabel de Paredes, 1713= 784516 Item 1
Processo de Manoel de Moura Fogaça, 1716 = 784516 Item 2
Processo de Alexandre Soares Pereyra, 1708 = 784517 Item 1
Processo de Izabel de Paredes, 1716 = 784517 Item 2
Processo de Miguel de Castro Lara, 1711 = 784517 Item 3
Processo de Branca Maria Coutinho, 1713 = 784517 Item 4
Processo de Manoel Dias Espinoza, 1618 = 784518 Item 1
Processo de Felipe Thomás de Miranda, 1621 = 784518 Item 2
Processo de Esperança de Azevedo, 1713 = 784518 Item 3
Processo de Marcos Mendes Sanches, 1732= 784518 Item 4
Processo de Laurença Coutinho, 1713 = 784519
Processo de Guiomar de Valença, 1731 = 784520 Item 1
Processo de Branca Henriques da Sylveira, 1711 = 784520 Item 2
Processo de Leonor Mendes, 1713 = 784520 Item 3
Processo de Fernando Dique de Souza, 1713 = 784521
Processo de Simão Rodrigues Nunes, 1709 = 784522 Item 1
Processo de Diogo Bernal da Fonseca, 1711 = 784522 Item 2
Processo de Thomás Pinto Correa, 1709 = 784522 Item 3
Processo de Alexandre Henriques, 1703 = 784522 Item 4
Processo de Manoel Nunes Viseu, 1735 = 784522 Item 5
Processo de Francisco de Campos da Sylva, 1711 = 784523 Item 1
Processo de Manoel Rodrigues Coutinho, 1712 = 784523 Item 2
Processo de Brites Nunes, 1709 = 784523 Item 3
Processo de Agostinho Lopes Flores, 1709 = 784523 Item 4
Processo de Brites de Lucena, 1717 = 784524
Processo de Izabel de Siqueira, 1713 = 784525 Item 1
Processo de Brites Cardoza, 1713 = 784525 Item 2
Processo de Nuno Álvarez de Miranda, 1711 = 784525 Item 3
Processo de Jerónimo Rodrigues, 1729 = 784525 Item 4
Processo de João Mendes da Silva, 1713 = 784526 Item 1
Processo de Anna Guterres, 1711 = 784526 Item 2
Processo de João Thomás Brum, 1711 = 784527 Item 1
Processo de Francisca Henriques, 1728 = 784527 Item 2
Processo de Manoel Henriques da Fonseca, 1731 = 784527 Item 3
Processo de Izabel Maria de Azevedo, 1713 = 784527 Item 4
Processo de Ángela do Valle de Mesquita, 1711 = 784527 Item 5
Processo de Brites da Costa, 1714 = 784528 Item 1
Processo de Amaro de Miranda Coutinho, 1711 = 784528 Item 2
Processo de Magdalena Peres, 1713 = 784528 Item 3
Processo de Diogo Lopes Flores, 1711= 784528 Item 4
Processo de Joanna do Rego, 1735 = 784528 Item 5
Processo de Leonor Guterres, 1711 = 784529 Item 1
Processo de Francisco de Sequeira Machado, 1714 = 784529 Item 2
Processo de Manoel de Paredes, 1723 = 784529 Item 3
Processo de João Lopes da Veiga, 1713= 784529 Item 4
Processo de Antônio Coelho, 1711 = 784529 Item 5
Processo de Catarina Mendes da Paz, 1712 = 784530 Item 1
Processo de João Soares de Mesquita, 1711 = 784530 Item 2
Processo de Manoel Lopes de Moraes, 1713 = 784531 Item 1
Processo de Guiomar Nunes Bezerra, 1731 = 784531 Item 2
Processo de Maria Bernardes de Andrade, 1713 = 784531 Item 3
Processo de Manoel de Paredes, 1591 = 784531 Item 4
Processo de Luís Nunes da Fonseca, 1729 = 784531 Item 5
Processo de Miguel Gomes de Barros, 1731 = 784531 Item 6
Processo de João da Fonseca Bernal, 1711 = 784532 Item 1
Processo de Diogo Rodrigues Moeda, 1713 = 784532 Item 2
Processo de Domingo Rodrigues Ramires, 1711 = 784532 Item 3
Processo de Joana do Rego, 1731 = 784532 Item 4
Processo de Maria Franca da Fonseca, 1732 = 784532 Item 5
Processo de Francisco Ferreira da Fonseca, 1732 = 784533 Item 1
Processo de Guilherme Gomes Morão, 1713 = 784533 Item 2
Processo de Branca Vasques do Pilar, 1712 = 784533 Item 3
Processo de Joanna do Rego de Souza, 1732 = 784534 Item 1
Processo de João Nunes, 1592 = 784534 Item 2
Processo de Caterina Gomes, 1713 = 784535
Processo de Maria de Andrades, 1711 = 784536 Item 1
Processo de Izabel de Lucena, 1714 = 784536 Item 2
Processo de João Nunes, 1595 = 784536 Item 3
Processo de Rodrigo Coelho de Oliveira, 1713 = 784537 Item 1
Processo de Pedro Mendes Henriques, 1713 = 784537 Item 2
Processo de Theresa de Leão, 1713 = 784537 Item 3
Processo de Antônio Gomes, 1714 = 784537 Item 4
Processo de Elena do Valle, 1711 (outra filmagem do mesmo processo se acha no rolo 784508, item 2) =784538 Item 1
Processo de Manoel do Valle da Silveira, 1711 = 784538 Item 2
Processo de Manoel Nunes Viseu, 1714 = 784538 Item 3
Processo de João Gomes de Barros, 1713 = 784538 Item 4
Processo de Luís Matoso de Azevedo, 1713= 784539 Item 1
Processo de Izabel da Silva, 1713 = 784539 Item 2
Processo de Clara de Azevedo, 1713 = 784539 Item 3
Processo de Joseph Barreto, 1716 = 784540 Item 1
Processo de Belchior Henriques da Sylva, 1713 = 784540 Item 2
Processo de Ignácio Cardozo de Azevedo, 1712 = 784541 Item 1
Processo de Guiomar de Paredes, 1713 = 784541 Item 2
Processo de Clara de Morães, 1713 = 784542 Item 1
Processo de Apolônia de Souza, 1713= 784542 Item 2
Processo de Joseph Rodrigues Cardozo, 1729 = 784542 Item 3
Processo de Francisco de Lucena Montarroyo, 1713 = 784542 Item 4
Processo de Rodrigo Mendes de Paredes, 1714 = 784543 Item 1
Processo de Izabel Gomes da Costa, 1711 (outra filmagem do mesmo Processo se acha no rolo 719975, item 1) = 784543 Item 2
Processo de Manoel Cardozo Coutinho, 1713 = 784543 Item 3
Processo de João Nunes Viseu, 1710 = 784543 Item 4
Processo de Manoel Homem de Carvalho, 1621 = 784543 Item 5
Processo de Theodora Peres da Fonseca, 1714 = 784544 Item 1
Processo de Maria Coutinho, 1711 = 784544 Item 2
Processo de Bertoleza de Miranda, 1711 = 784544 Item 3
Processo de Anna Gomes, 1714 = 784544 Item 4
Processo de Damião Rodrigues Moeda, 1711 = 784545 Item 1
Processo de Caterina Rodrigues, 1711 = 784545 Item 2
Processo de Margarida Mendes, 1716 = 784545 Item 3
Processo de João Correa Ximenes, 1713 = 784546 Item 1
Processo de Joseph Ramires do Valle, 1711 = 784546 Item 2
Processo de Manoel Gomes Pereira, 1711 = 784546 Item 3
Processo de Balthazar Rodrigues Coutinho, 1728 = 784546 Item 4
Processo de Branca de Morães, 1711 = 784547 Item 1
Processo de Felippa da Fonseca, 1729 = 784547 Item 2
Processo de Anna Rodrigues, 1711 = 784547 Item 3
Processo de Caterina de Paz, 1714 = 784547 Item 4
Processo de João Correa Ximenes, 1723 = 784547 Item 5
Processo de Joseph do Valle, 1713 = 784547 Item 6
Processo de Simão Rodrigues de Andrade, 1711 = 784548 Item 1
Processo de Francisco Gomes Silva, 1705 = 784548 Item 2
Processo de Ignes de Oliveira, 1713 = 784548 Item 3
Processo de Izabel de Barros, 1713 = 784548 Item 4
Processo de Izabel Cardoza, 1714 = 784548 Item 5
Processo de Joseph Gomes Paredes, 1723 = 784549 Item 1
Processo de Thereza Barreira, 1706 = 784549 Item 2
Processo de Duarte Rodrigues Nunes, 1704 = 784549 Item 3
Processo de João Lopes Nunes, 1730 = 784549 Item 4
Processo de Anna Gomes, 1711 = 784549 Item 5
Processo de Pedro da Silva Caldeira, 1718 = 784549 Item 6
Processo de Izabel Cardoza, 1711 = 784550 Item 1
Processo de Diogo Cardozo Coutinho, 1713 = 784550 Item 2
Processo de Branca Gomes Coutinho, 1711 = 784550 Item 3
Processo de Joanna Barreta, 1720 = 784550 Item 4
Processo de Diogo Lopes Simõens, 1723 = 784550 Item 5
Processo de Ignes de Paredes, 1720 = 784550 Item 6
Processo de Maria Josepha da Glória, 1713 = 784551 Item 1
Processo de Manoel Lopes Henriques, 1706 = 784551 Item 2
Processo de Salvador Cardozo Coutinho, 1713= 784551 Item 3
Processo de Catherina de Miranda, 1711 = 784551 Item 4
Processo de Leonor Mendes da Paz, 1708 = 784551 Item 5
Processo de Simão Farto Deniz, 1737 = 784552 Item 1
Processo de João Henriques de Castro, 1713 = 784552 Item 2
Processo de Anna Henriques, 1713 = 784552 Item 3
Processo de Izabel Cardoza, 1713 = 784552 Item 4
Processo de Maria de Valença, 1731= 784553 Item 1
Processo de Francisco Rodrigues Dias, 1708 = 784553 Item 2
Processo de Valentim Rodrigues Moeda, 1713= 784553 Item 3
Processo de Belchior Rodrigues, 1715 = 784554 Item 1
Processo de Joseph Correa Ximenes, 1714 = 784554 Item 2
Processo de Ventura Izabel Dique, 1713 = 784554 Item 3
Processo de Diogo Rodrigues Sanchez, 1713 = 784554 Item 4
Processo de Violante Ferreira, 1713 = 784554 Item 5
Processo de Antônio de Miranda, 1713 = 784555 Item 1
Processo de Ignes Aires, 1714 = 784555 Item 2
Processo de Catherina Gomes Pereira, 1716 = 784555 Item 3
Processo de Luíz Dique, 1716 = 784555 Item 4
Processo de Joseph de Sequeira Machado, 1713 = 784556 Item 1
Processo de Brites Soares Pereira, 1709 = 784556 Item 2
Processo de Antônio Lopes de Leão, 1716= 784556 Item 3
Processo de Pedro Nunes de Miranda, 1716= 784556 Item 4
Processo de João Nunes Viseu, 1711 = 784556 Item 5
Processo de Branca Rodrigues, 1711 = 784556 Item 6
Processo de Salvador Paes Barreto, 1716 = 719973 Item 1
Processo de Ignes de Paredes, 1716 = 719973 Item 2
Processo de Manoel Rodrigues Penteado, 1716 = 719974 Item 1
Processo de Francisco Xavier de Andrade, 1716 = 719974 Item 2
Processo de Pedro Mendes Simões, 1716 = 719974 Item 3
Processo de Izabel Palhana, 1716 = 719974 Item 4
Processo de Felix Mendes Leyte, 1718 = 719974 Item 5
Processo de Izabel Gomes da Costa, 1711 (outra filmagem do mesmo processo se acha no rolo 784543, item 2) = 719975 Item 1
Processo de Manoel Rodrigues de Leão, 1716 = 719975 Item 2
Processo de Guiomar Nunes, 1731 = 719976 Item 1
Processo de Francisco Ferreira Izidoro, 1728 = 719976 Item 2
Processo de Maria de Bom Sucesso, 1717 = 719976 Item 3
Processo de Maria de Jesus, casada com João Álvares Viana, 1717 = 719976 Item 4
Processo de Sebastião da Silva, 1716 = 719979 Item 4
Processo de André de Barros, 1714 = 719982 Item 1
Processo de Maria Pereyra, 1712 = 719982 Item 2
Processo de Fernando Henriques de Sigueyra, 1714 = 719982 Item 3
Processo de Francisco Henriques de Sigueira, 1714 = 719982 Item 4
Processo de António de Barros, 1714 = 719983 Item 1
Processo de Pedro Rodrigues de Abreu, 1714 = 719983 Item 2
Processo de Maria de Barros, 1713 = 719983 Item 3
Processo de Jerónimo Henriques, 1714 = 719983 Item 4
Processo de Maria Rodrigues, 1714 = 719984 Item 1
Processo de Maria de Sigueira, 1716 = 719984 Item 2
Processo de Francisco Gomez Diniz, 1716 = 719984 Item 3
Processo de João Dique, 1714 = 719985
Processo de Matheus de Moura Fogaça, 1716 = 719986
Processo de Diogo Rodrigues da Cruz, 1716 = 719987
Processo de Marcos Henriques aliás Joseph Gomes Silva, 1714 = 719977
Processo de André de Veyga Freire, 1720 = 719978
Processo de Thereza Maria de Jesus,filha de André da Veiga, 1716 = 719979 Item 1
Processo de Diogo Morena Franco, 1716 = 719979 Item 2
Processo de Lourença Mendes, 1716 = 719979 Item 3
Processo de Maria Henriques, 1713 = 719988 Item 1
Processo de Diogo Duarte de Souza, 1713= 719988 Item 2
Processo de João Peres Caldeira, 1714 = 719988 Item 3
Processo de Brites de Jesus, filha de Balthezar Rodrigues Coutinho, 1714 = 719988 Item 4
Processo de Ignácio de Andrade Soares, 1714 = 719988 Item 5
Processo de Sebastião de Lucena Montarroyo, 1717 (continua no próximo rolo) = 719989
Processo de Sebastião de Lucena Montarroyo, 1717 (cont.) = 719990
Processo de Felippe de Mendonça, 1717= 978427 Item 1
Processo de Domingos Baptista, 1717 = 978427 Item 2
Processo de Esmeira Pereira de Lemos, 1716 = 978427 Item 3
Processo de Esperança de Oliveira, 1717 = 978427 Item 4
Processo de Catherina Gomes Palhana, 1716 = 978427 Item 5
Processo de Brizida Ignácia da Veiga, 1717 = 978428 Item 1
Processo de Francisco Mendes Simoens, 1717 = 978428 Item 2
Processo de Joseph Carvalho Chaves, 1716 = 978428 Item 3
Processo de Francisco Nunes da Costa, 1716 = 978429 Item 1
Processo de Elena Magdalena Callassa, 1717 = 978429 Item 2
Processo de Antônio Rodrigues de Andrade, 1716 = 978429 Item 3
Processo de Francisco da Costa, 1716 = 978429 Item 4
Processo de Francisco Xavier Corrêa, 1717 = 978429 Item 5
Processo de Guilherme Baptista, 1717 = 978430 Item 1
Processo de Agostinho de Paredes, 1717= 978430 Item 2
Processo de Anna Perez de Jezus, 1717 = 978431
Processo de Joseph Lopes de Leão, 1717 = 978432 Item 1
Processo de Antônia Corrêa de Souza, 1717= 978432 Item 2
Processo de Branca Pereira de Passos, 1716 = 978432 Item 3
Processo de Ursula Baptista, 1717 = 978432 Item 4
Processo de Anna Mendes Rodrigues, 1717 = 978432 Item 5

Meu Albúm em Slide

quinta-feira, outubro 30, 2008

Poema da MENTE - (BÁRBARO)

Poema da MENTE Affonso Romano de Sant`Anna


Há um presidente que mente,
Mente de corpo e alma, completa/mente.
E mente de maneira tão pungente
Que a gente acha que ele, mente sincera/mente,
Mas que mente, sobretudo, impune/mente... Indecente/mente.
E mente tão nacional/mente,
Que acha que mentindo história afora,
Vai nos enganar eterna/mente.

sábado, outubro 25, 2008

Machado de Assis

Bairro da Glória ainda sem o Hotel Glória. Que lindo que era o Bairro!

A Revolta da vacina.




sábado, agosto 02, 2008

Infarto feminino.. importante

"

Queridos amigos
Esta mensagem é muito importante. Evidentemente, aconselho a perguntar
maiores detalhes para os seus médicos mas já sabendo desses avisos,
muita coisa ruim poderá ser evitada.
BJOES LIANA




Nada agradável mas é importante...



Isto é algo que as mulheres devem levar muito a sério e os homens
também. Por favor, passa isto a teus seres amados e a tuas amizades.



Informação médica

Ela comentou que não se sentia bem... Lhe doíam as costas.... Ia
deitar-se um pouco até que passasse... Um tempo mais tarde seu esposo
foi ver como ela estava e a encontrou sem respirar... Não a puderam
reviver.
Eu sabia que os ataques cardíacos nas mulheres são diferentes, mas
nunca imaginei nada como isto. Esta é a melhor descrição que li sobre
esta terrível experiência...
Sabias que os ataques cardíacos nas mulheres raramente apresentam os
mesmos sintomas 'dramáticos' que anunciam o infarto nos homens? Me
refiro à dor intensa no peito, o suor frio e o desfalecimento
(desmaio, perda de consciência) súbito que eles sofrem e que vemos
representados em muitos filmes.

Para que saibam como é a versão feminina do infarto, uma mulher que
experimentou um ataque cardíaco nos vai contar sua história:
'Eu tive um inesperado ataque do coração por volta de 22h30min, sem
haver feito nenhum esforço físico exagerado nem haver sofrido algum
trauma emocional que pudesse desencadeá-lo. Estava sentada, muito
agasalhadinha, com meu gato nos joelhos. Lia uma novela muito
interessante, com o meu pijama preferido e muito relaxada, enquanto
pensava: 'Que lindo, isto é vida...!'
Um pouco mais tarde, senti uma horrível sensação de indigestão, como
quando - estando com pressa - comemos um sanduíche, engolindo-o com um
pouco de água e parece que temos uma bola que desce pelo esôfago, bem
devagar, meio embuchando-nos.
É, então, que nos damos conta de que não deveríamos comer tão depressa
e que deveríamos mastigar mais devagar e melhor, além disto, tomar um
copo de água para ajudar ao processo digestivo. desde las
Esta foi minha sensação inicial... O 'único problema' era que eu NÃO
HAVIA comido NADA desde às 17h00min...
Depois, desapareceu esta sensação e senti como se alguém me apertara a
coluna vertebral (pensando bem, agora acredito que eram os espasmos em
minha aorta). Logo, a pressão começou a avançar para o meu externo
(osso de onde nascem as costelas no peito). O processo continuou até
que a pressão subiu à garganta e a sensação correu, então, até
alcançar ambos os lados de meu queixo.
Ahá!! Nesse momento, soube realmente o que estava se passando
comigo... Acredito que todos temos lidos ou escutado que a dor no
queixo é sinal de um ataque do coração.
'Santo Deus, acredito que estou tendo um ataque cardíaco!' disse ao
gato. Tirei os pés do pufe e tratei de ir até o telefone, mas caí no
chão...
Então, disse: 'Isto é um ataque cardíaco e não deveria caminhar até o
telefone nem a nenhum outro lugar, mas... se não digo a ninguém o que
se está passando, ninguém poderá me ajudar.... E se demoro, talvez não
possa mover-me depois.'
Me levantei me apoiando em uma cadeira e caminhei devagar até o
telefone para chamar a emergência. Lhes disse que acreditava que
estava tendo um ataque cardíaco e descrevi meus sintomas. Tratando de
manter a calma, informei o que se passava comigo. Eles me disseram que
viriam imediatamente e me aconselharam deitar-me perto da porta,
depois de destrancá-la para que pudessem entrar e me localizar
rapidamente.
Segui suas instruções, me deitei no chão e, quase imediatamente, perdi
os sentidos. Não lembro quando, como entraram os médicos e nem quando
me levaram de ambulância. Mas, vagamente, lembro de haver aberto os
olhos ao chegar no hospital e ver que o cardiologista estava esperando
pronto para levar-me à sala de cirurgia. O médico se aproximou e me
fez algumas perguntas (creio que perguntou se havia tomado algum
medicamento) mas não pude responder nem entender o que me dizia porque
voltei a perder os sentidos. Acordei com o cardiologista - como
descobri após algumas horas - havia introduzido um pequeno balão em
minha artéria femoral para instalar dois 'stents' que mantivessem
aberta minha artéria coronária do lado direito.
Sei que parece que tudo o que fiz antes de chamar a ambulância
houvesse demorado uns 20 ou 30 minutos, mas na realidade apenas me
custou 4 ou 5 minutos... E, graças a minhas explicações precisas, os
médicos já estavam esperando prontos para atender-me adequadamente
quando cheguei ao hospital.
Vocês se perguntam porque lhes conto tudo isto com tanto detalhe
demorado... É simplesmente porque quero que todos saibam o que aprendi
depois desta terrível experiência.

Passo, então, a resumir alguns pontos:

1. Tenham em conta que seus sintomas, provavelmente, não serão
parecidos em nada aos que padecem os homens. Eu, por exemplo, senti a
dor no externo e no queixo. Dizem que muitas mais mulheres que homens
morrem em seu primeiro (e último) ataque cardíaco porque não
identificam os sintomas e/ou os confundem com os de uma indigestão.
Então, tomam um digestivo e logo vão para a cama esperando que o
mal-estar desapareça durante a noite. Também, porque - por razões
culturais - nós, as mulheres, estamos acostumadas a tolerar a dor e o
desconforto mais que os homens. Queridas amigas: Talvez seus sintomas
não sejam iguais ao meus, mas, por favor, não percam tempo. CHAMEM a
AMBULÂNCIA, se sentem que seu corpo experimenta algo estranho. Cada um
conhece o estado natural (normal) de seu corpo. Mais vale uma 'falsa
emergência' do que não atrever-se a chamar e perder a vida...

2. Notem que disse 'chamem os Paramédicos/Ambulância'. AMIGAS, o tempo
é importante, Além disto, não pensem dirigir nem deixem que seus
esposos ou familiares as levem ao hospital. Além de que ninguém está
em condições de dirigir sem que os nervos os atraiçoem, seus sintomas
podem agravar-se no caminho do hospital e complicar as coisas.
Tampouco é recomendável chamar O MÉDICO para que venha à sua casa.
Além de perder minutos preciosos, poucos médicos levam em seu carro
equipamento 'salva-vidas' necessário nestes casos; a ambulância, sim
está totalmente equipada. Principalmente, tem oxigênio que precisarás
de imediato.. Em todo caso, o hospital

3. Não acreditem que não possam sofrer um ataque cardíaco porque seu
colesterol é normal ou 'nunca tiveram problemas cardíacos'... Se
descobriu que o colesterol por si só (a menos que seja excessivo)
raramente é a causa de um ataque cardíaco. Os ataques cardíacos são o
resultado de um stress prolongado que faz que nosso sistema segregue
toda classe de hormônios daninhos que inflamam as artérias e tecido
cardíaco.Por outro lado, as mulheres que estão entrando na menopausa
ou já a ultrapassaram, perdem a proteção que lhes brindava os
estrogênios, pelo que correm igual risco de sofrer mais problemas
cardíacos do que os homens.
Um cardiologista disse que se todas as que recebemos este e-mail o
enviarmos a 10 mulheres, poderemos estar certas de que ao menos UMA
vida se salvará. Por isto, seja boa amiga e envia este artigo a todas
as mulheres que te são tão queridas...











Doze conselhos para infartar

DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ:
por Dr. Ernesto Artur - CARDIOLOGISTA

Quando publiquei estes conselhos 'amigos-da-onça' em meu site,
recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo
que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias;

2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos;

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde;

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem;

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.;

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes;

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis.
Afinal, tempo é dinheiro;

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro;

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo;

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estomago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo;

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida . Isto é para crédulos e tolos sensíveis.
Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.

segunda-feira, julho 28, 2008

Festa Junina

Hoje fui a Festa Junina na Praça Serzedelo Correia(Copacabana) e estava ótima. Não sei se é a mesma que havia no Bairro do Peixoto, pois a de lá não houve esse ano. Se é a mundaça foi boa, pois lá a festa ficou melhor, mais organizada e com mais segurança.
Fazia tempos que Copacabana não tinha um evento voltado para os moradores do bairro. Tudo que acontece aqui é feito para quem vem de fora, são mega eventos e que trazem muitos transtornos para os moradores. Espero que tenham mais eventos para os "copacabanenses", menos para turistas. Até porque o turista, também quer ver coisas da terra, que sejam bem organizadas e sem a loucura de festas como as eventos que costumas acontecer na orla. Eventos que mostram o que tem de piior no Rio.
Parabéns aos organizadores dessa festa.

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Nota de Patrícia Pillar à Imprensa

Nota de Patrícia Pillar à imprensa: Eu tive uma forma rara de câncer de mama, que está no exterior da mama, no mamilo ou auréola, surge como um vermelhão que depois se torna uma lesão com bordas crustosas. Eu nunca teria suspeitado que seria um câncer de mama, mas era.. Meu mamilo nunca pareceu diferente para mim, mas o vermelhão incomodou, por isso eu fui ao consultório do meu médico. Às vezes coçava e doía, mas outras vezes não atrapalhava. Era só feio e incômodo, e não desaparecia com todos os cremes prescritos pelo dermatologista, como a dermatite nos olhos que tive antes disso. Aí fui ao consultório para ser examinada. Eles pareciam um pouco preocupados, mas não me avisaram que poderia ser câncer. Agora suspeito que não há muitas mulheres por aí que saibam que uma lesão ou vermelhidão no mamilo ou auréola pode ser câncer de mama. Estes são os sintomas: O meu começou como uma simples pápula (espinha) na auréola. Um dos maiores problemas com a Doença de Paget do mamilo é que os sintomas parecem inofensivos. Pensa-se freqüentemente que é uma inflamação ou infecção de pele, levando a indesejáveis adiamentos na detenção e tratamento. Os sintomas incluem: a) Um persistente vermelhidão e crostas no seu mamilo levando-a a coçar e provocar queimação (como falei, o meu não coçou ou ardeu, mas tive uma crosta na borda externa de um dos lados). b) Uma dor no seu mamilo que não diminui (a minha era na área da auréola com uma área grossa e esbranquiçada no centro de meu mamilo). c) Geralmente só um mamilo é afetado. Como é diagnosticado: Seu médico fará exame físico, e pedirá mamografia bilateral imediatamente. Apesar de a vermelhidão, inchaço e crosta parecerem dermatite inflamação da pele), seu médico deve suspeitar de câncer se a lesão for em apenas uma mama. Seu médico deverá pedir uma biopsia em sua lesão para confirmar o que está acontecendo. Eles tirarão uma amostra do seu tecido mamário naquela área para testar um câncer. Se o câncer for só no mamilo e não na mama, seu médico pode encomendar retirar só o mamilo e o tecido ao redor, ou sugerir radioterapia. Se o meu médico cuidasse do meu rapidamente ao invés de ir tratando como dermatite, talvez pudessem salvar minha mama e a doença não iria para meus nódulos linfáticos NOTA: Esta mensagem deve ser levada à sério e repassada para tantas amigas quanto possível. Pode salvar a vida de alguém. Meu câncer de mama se espalhou e metastatizou para meus ossos, isso depois de receber mega doses de quimioterapia, 28 tratamentos de radioterapia e tomar Tomoxipan. Talvez se eu soubesse dessa doença anteriormente, ela não teria se espalhado. Tentei relatar o meu caso em um programa de TV, mas não houve interesse sobre esse tema. Por favor atendam a este pedido: ENVIE ESTA MENSAGEM A TODAS AS MULHERES COM QUEM VOCÊ SE PREOCUPA. E PARA OS HOMENS QUE VOCÊ CONHECE E QUE AMAM AS MULHERES QUE EXISTEM EM SUAS VIDAS, PARA QUE POSSAM TAMBÉM AJUDÁ-LAS NO COMBATE CONTRA O CÂNCER. Patricia Pillar. -- Reclamar adianta. Atendimento personalizado e gratuito. www.emdefesadoconsumidor.com.br

sábado, novembro 24, 2007

Corcovado: Pagar para andar a pé

Corcovado: Pagar para andar a pé


O novo projeto de gestão dos acessos ao Cristo Redentor, prevê cobrança de ingressos aos pedestres. O Ibama alega que a cobrança será inevitável com o novo modelo de gestão do parque, que será implantado. Deverão ser colocadas roletas junto aos elevadores que são administrados pela prefeitura.
Numa declaração do superintendente do Ibama no Rio, sr. Rogério Rocco(O Globo-24/11/2007), diz que o objetivo é a utilização de vans, pelos visitantes.
“Devemos desestimular o usuário a fazer o caminho a pé. Não tem conforto algum, nem segurança para o pedestre, que caminha pelo meio das pistas cheia de curvas”; segundo a reportagem, ele afirma ainda, que as roletas são a única forma de evitar desvios de dinheiro do parque.
Vereadores e deputado, durante uma manifestação de protestos, argumentaram que o Ibama não poder para determinar o que é permitido ou não, na área do Cristo e na Capela Nossa Senhora da Aparecida e que o órgão não aplica o dinheiro na manutenção do monumento, conforme informação da coordenadora da Arquidiocese do rio de Janeiro (O Globo-24/11/2007).
Existem várias questões a serem esclarecidas, para os pobres mortais dessa cidade, que nunca são consultados sobre os absurdos, aqui cometidos.
Se o Ibama não tem jurisdição sobre o Cristo, isso deve ser encarado como um abuso de autoridade. Porém, a coisa é um pouquinho pior, o órgão está tirando o direito do cidadão de ir e vir, garantido pela Constituição, afinal a estrada é uma via pública. Se não há segurança, a solução, certamente, não será cobrar pedágio e sim policiar, sinalizar e garantir que o caminhante tenha uma via própria. Quem sabe, com calçadas ou uma pedestre-via, a exemplo da ciclovia. Outra questão, essa muito conhecida do povo, é o desvio de dinheiro. Se há desvio de dinheiro, porque não fazer uma auditoria ou CPI, mesmo que no final acabe em pizza, como tantas outras. Não! Vão colocar mais dinheiro para ser desviado! Pior ainda, além de tirar o direito de andar a pé, vão obrigar o visitante ir de van! Aquelas que são controladas por falsos guias, falsos flanelinhas, falsas cooperativas... Aquelas controladas pelo tráfico, assaltantes... Ou quem sabe...As que pagarem ao Ibama uma pequena taxa extra, para poderem circular sem ser incomodadas. Talvez, caminhar a pé seja mais prejudicial à saúde e polua mais o ar do que as vans irregulares (sem autorização e mal conservadas) que ali circulam. Afinal tudo deve ser feito para evitar o aquecimento global. Essa estória está muito esquisita, e o povo vai acabar literalmente pagando o pato, ou melhor o pedágio.

domingo, novembro 04, 2007

Flickr

This is a test post from flickr, a fancy photo sharing thing.

sábado, abril 07, 2007

Idéia Roubada

IDÉIA ROUBADA


O que é uma idéia? Será que ela pode ser roubada? E como se rouba uma idéia?
Essas perguntas passaram pela minha cabeça num dia que pesquisando na internet, me deparei com uma peça que partia exatamente de uma idéia que eu tinha tido há alguns anos atrás. Tratava-se de uma peça de teatro, com o nome de uma música popular brasileira, cantada por Dalva de Oliveira, chamada “O pequenino grão de areia”, transformada em enredo teatral.
No ano de 1998, fiz um curso de Técnico de Pintura Cenográfica, no Teatro Odílio Costa Filho na UERJ, onde tínhamos diversas matérias, e entre elas, uma chamada “Artes Cênicas”, ministrada pela professora Thereza Rocha. Essa matéria falava sobre o teatro propriamente dito, isto é, seu espaço físico e os profissionais envolvidos em um espetáculo, tais como diretores, atores, cenógrafos, pintores, maquinistas, carpinteiros entre outros.
A professora Thereza costumava pedir aos alunos, trabalhos escritos, sobre as áreas em que cada aluno pretendia futuramente trabalhar. Algumas vezes era dado um texto onde cada aluno, desenvolvia seu trabalho, como escolher a trilha sonora, iluminação e no nosso caso, descrever como seria pintado o cenário. Enfim, os trabalhos eram feitos de forma que estivéssemos preparados para criar ou desenvolver as idéias de outros profissionais, o que eu achava o máximo, pois assim estávamos sendo preparados para qualquer coisa que o mercado exigisse de nós futuros profissionais. Como encerramento das aulas nessa matéria, nos foi pedido para escrever um esquete, onde mais uma vez deveríamos descrever os nossos trabalhos, na área pretendida, no meu caso, pintura de cenário. Só que eu fiz muito mais que isso, desenvolvi toda a idéia de uma peça. Não era só um esquete, nem uma sinopse era a própria peça. Uma adaptação da música “Um pequenino grão de areia” cantada por Dalva de Oliveira. Uma estória que eu sempre contava para minhas filhas quando elas ainda eram muito pequenas e mais tarde para meus sobrinhos. A estória era sempre aumentada ou diminuída de acordo com as minhas necessidades, de passar algum fundo moral. A estória sempre falava de amizade, colaboração, respeito, amor, família e etc.
Naquela época, eu não me lembrava de quem era a música e nem quem cantava, mas para as crianças, isso não fazia a menor diferença. Eu aprendi a contar essas estórias com meu pai, que tinha o seu personagem, o “Capitão Lafite” um pirata que viajava os “sete mares” e sempre que aportava o seu navio “Albatroz” trazia as novidades desse mundo encantado. Ainda hoje lembro de algumas peripécias do Capitão Lafite, assim como meu sobrinho mais novo, sempre me pergunta: _Tia lembra quando você me contava a estória da estrelinha? É claro que sempre me lembro, ainda mais agora, que vi minha idéia sendo realizada exatamente como eu a havia concebido, sendo realizada por outra pessoa. O melhor... Ou pior é que a peça foi indicada para cinco categorias do prêmio Zilka Sallaberry; prêmios de Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Texto, Melhor cenário e Melhor Iluminação. Ela parte exatamente da minha idéia acrescida de alguns personagens extras, que não foram criados por mim. Mas todos os que eu criei estão lá, e como se trata de uma adaptação, é lógico que não precisa ser igual.
A grande pergunta, que não sai da minha cabeça, é se esse trabalho foi entregue a outra pessoa experiente, no caso aqui, o escritor e roteirista João Falcão ou se simplesmente tivemos a mesma idéia. E como ele é uma pessoa do meio artístico, teve todas as facilidades para poder produzir.
A ficha técnica do espetáculo não faz nenhuma referência ao nome da professora ou seu marido (que também era diretor de teatro). Mas como já vi de tudo nesse meio, será que meu trabalho foi mostrado a alguém ou minha idéia foi comentada e a partir daí copiada. Será que tudo não passa de mera coincidência.
Em artes o que é uma idéia, e como ela pode ser roubada, e como se torna um plágio?
Todos nós podemos ter uma idéia parecida, e isso que dizer que alguém a roubou de outrem... E quando essa idéia é executada torna-se um roubo... E quando existem inúmeras semelhanças, ela passa a ser um plágio... Não sei, só sei que é muito frustrante, ver sua idéia guardada com tanto carinho, ser descoberta de forma. E agora, se eu resolver produzi-la, quem será o plagiador e quem será o plagiado. É lógico que o texto pode ser modificado, mas sempre será visto como se eu tivesse plagiado o João Falcão, fora que o nome não poderá ser usado, pois a canção já é de domínio público, mas provavelmente, o título da peça já está registrado, e eu teria que pagar os devidos direitos autorais.
Em resumo, por pura ignorância, literalmente, desconhecimento de como funciona esse mercado, e ingenuidade de achar que quando se tem uma idéia, devemos compartilhá-la com pessoas mais experientes...MARQUEI TOUCA!!!
Agora só me resta, morrer de inveja...rsrsrs... E ir assistir o espetáculo para conferir tudinho e criticar. Bem, para me consolar, tem o fato do João Falcão ser um ótimo escritor, o cenário ter ficado maravilhoso, bem melhor que o que eu tinha imaginado, o Sergio Marimba foi genial (meu seria todo pintado, e talvez um tanto medíocre, pois eu tinha que falar sobre pintura de cenário), a música que tanto ouvi meu pai cantar e que me traz boas lembranças, ser novamente divulgada e o mais importante, os valores que eu sempre procurei preservar e passar para minha família estarem sendo passados para a garotada. Nesses tempos de tanta quebra de valores, falta de educação e de ética e de tanta corrupção, acho que passar valores morais para a nova geração é só o que conta. E como minha idéia central era isso, acho que o espetáculo está valendo, afinal não entrei no espaço das artes, e as minhas idéias acabariam na gaveta.
PARABÉNS AO PEQUENO GRÃO DE AREIA E SUA TURMA!
No fundo, no fundo, bem lá no fundinho, a peça não era tão parecida assim...rsrsrs (essas uvas estavam verdes).
Ai...Gente... Acho que esse texto deveria ter outro título... Quem sabe, alguma coisa como “a inveja e suas mazelas...”...
Bem aí vai parte do meu trabalho, e que realmente, ficou muito a desejar, diante do outro.




O PEQUENINO GRÃO DE AREIA
Por Sandra Gomes
Cursos para Técnicos em Espetáculos de Diversões
Teatro Odylo Costa, filho –UERJ- 1998



CENÁRIO – No telão pintado um pôr do sol com as primeiras estrelas começando aparecer. O mar refletindo o sol avermelhado.

RIVA - Pintada a espuma do mar chegando na beira da praia.

TRAINEL – Pintado com pequenos morros de areia.

LUZ – Na linha do horizonte alaranjada e azul no céu intensificando a boca da noite.


1º ator – abaixado em frente a riva vestido como ESPUMINHA do mar, ficando confundido com o cenário.
2º ator – abaixado em frente ao trainel vestido como GRÃOZINHO DE AREIA que também se confunde com o cenário.

Um foco de luz azul na Espuminha, que começa a se levantar, ao som de ondas quebrando na praia. Outro foco no Grãozinho, que também começa a se levantar lentamente, e dançar com a Espuminha, ao som de “Copacabana princesinha do mar”.
Os dois juntos brincam e dançam por algum tempo, então a música pára.
A Espuminha olha para o céu e fala.

_ Grãozinho, olha o céu!

O Grãozinho pára de dançar, olha para o céu e diz:

_ É... Espuminha... A noite vai ser linda!

ESPUMINHA _ Grãozinho, você já viu como o céu se parece com o mar?

GRÃOZINHO _ Veja as nuvens se parecem tanto com você!

ESPUMINHA _ E as estrelas, como brilham... São lindas!

GRÃOZINHO _ Olha! Olha aquela ali! (apontando para o céu). Veja como brilha! Sabe Espuminha, eu gostaria tanto de viajar até o céu...(o Grãozinho se senta e fica olhando para o céu, admirando aquela estrelinha, tão brilhante e delicada).

ESPUMINHA _ Hei! Ficou maluco! Nem com mil vendavais, você chegaria lá! E ainda poderia ir parar no meio do deserto do Saara! (a Espuminha caminha em direção a platéia e fala para o público) _ Coitado do meu amigo Grãozinho, está apaixonado e logo por uma estrelinha! Preciso fazer alguma coisa antes que ele peça ajuda ao maluco do Vendaval. (e sai do palco)

As luzes vão diminuindo até a escuridão total.
Desce um fundo azul escuro (noite) e um foco de luz direcionado para um globo espelhado refletindo pequenas estrelas no fundo escuro. Entra uma luz azul clara, iluminando os atores fazendo uma noite clara e brilhante.
Em cima de um praticável um ator vestido de lua se espreguiça, começa a tocar a música “As pastorinhas”. Entra outro ator vestido de estrela e mais dois de nuvenzinhas, que cantam e dançam juntos com a estrelinha.

LUA – Ah! Fico tão cansada quando o sol se deita tarde, brilhar junto com ele não é nada fácil.

1ª NUVENZINHA _ Que nada! Você até gosta de estar do lado dele!

2ª NUVENZINHA _ É verdade, tanto que fica mais brilhante ainda, nestas noites!

ESTRELINHA _ Eu não; adoro brilhar e ficar olhando lá para baixo. (fala respondendo para a Lua).

LUA _ Lá para baixo?! E o quê existe de tão interessante lá baixo, para se ficar tanto tempo se apreciando? Só tem água, e um pouquinho de terra. (A Lua olha para o público e pergunta) _ Porque será que chamam a Terra de Terra, quase só tem água deveria se chamar de Planeta Água.

ESTRELINHA _ A praia! Ora! (fala com cara de alegria e excitação, responde à Lua).

LUA _ A praia?!

As duas nuvenzinhas, apoiando a Estrelinha.

1ª NUVENZINHA _ É mesmo! O mar se parece muito com o céu!

2ª NUVENZINHA _ Olhem, as espuminhas se parecem muito conosco, nuvenzinha.

1ªNUVENZINHA _ E os grãos de areia parecem pequenas estrelinhas.


ESTRELINHA _ Eu já tinha notado isso há muito tempo, e é por isso que eu fico olhando lá para baixo. (E apontando para baixo) _ Veja aquele Grãozinho bem ali, correndo com as Espuminhas, até parece uma Estrela Cadente quando corre junto com a D. Brisa.

LUA _ A D. Brisa é uma ótima professora de ginástica. (fala com um ar de quem sabe tudo).

1ªNUVENZINHA _ Quem será aquela que vem lá longe, subindo tão apressada?

2ª NUVENZINHA _ É a Espuminha!!! E parece cansada! (fala sorrindo)

LUA _ Tá vendo só! Não sou só eu que fico cansada de trabalhar junto com o sol!

ESTRELINHA _ Meninas! Meninas! Parem com essa bobagem e vamos saber das novidades lá de baixo!

LUA _ Espuminha o que te trouxe aqui com tanta pressa, para te deixar tão cansada? Sua mãe sabe que você anda pegando carona com o Vento?

ESPUMINHA ­_ É verdade, saí e não avisei a minha mãe, por isso não posso me demorar.

LUA _ Que perigo! Mesmo o Seu Vento sendo um grande amigo da sua família, não se pode sair sem avisar, e se acontece alguma coisa? O Seu Vento nem sempre dirige direito, às vezes ele dirige em alta velocidade. Bem, vamos ao assunto sem mais delongas. O que você veio fazer aqui?

AS DUAS NUVENZINHAS (em coro). _ Fala, fala logo, estamos mortas de curiosidades.

ESPUMINHA _ O meu grande amigo Grãozinho de areia está perdidamente apaixonado pela Estrelinha. E eu vim até aqui para fazer o papel de cupido.

1ªNUVENZINHA _ Que lindo! Que lindo! O amor é lindo!

2ª NUVENZINHA _ A Estrelinha também está apaixonada por ele!

ESTRELINHA _ É verdade? Ele está apaixonado por mim? Ele é uma gracinha... (fala com ar de encabulada e sonhadora).

ESPUMINHA _ É por isso que eu vim conversar com vocês. Ele está tão apaixonado que anda querendo pedir carona para aquele Vendaval arruaceiro, pois Seu Vento não tem forças para carregá-lo, e tentar subir até aqui. O máximo que o Grãozinho vai conseguir é ir parar no meio do deserto do Saara, e ficar perdido por lá.

ESTRELINHA _ Nossa que perigo, eu não gostaria de vê-lo, perdido no meio do deserto por minha causa.

1ª NUVENZINHA _ Já sei! Tive uma grande idéia!...

2ªNUVENZINHA _ Sua alcoviteira! (fala com ar de cumplicidade).

1ª NUVENZINHA _ Sou mesmo, mas você também é.

LUA _ Essas duas não tem jeito, mesmo.

ESTRELINHA – Fala! Fala logo! Qual a sua idéia?
1ª NUVENZINHA _ Se a Espuminha não estiver muito cansada, podemos nos juntar e chamar a chuva para dar uma carona à Estrelinha. E assim nós a levaremos até a praia.

LUA _ Ótima idéia. Assim o céu fica nublado, eu me recolho e vou dormir mais cedo. Desculpe Estrelinha, mas estou mesmo muito cansada, e logo, logo estarei crescente.

As duas nuvens se abraçam com a Estrelinha, dão a mão a Espuminha e sema correndo pelo céu.

LUA _ Ei! Meninas vejam lá o que vão aprontar, a Espuminha não pode se demorar aqui. Ela precisa voltar rápido para a praia, pois sua mãe já deve estar preocupada. (acenando para as amigas) Adeus! Boa Viagem!
Em seguida boceja para a platéia e fala: _ Vou aproveitar para me recolher mais cedo, pois amanhã começo a ficar cheia, e terei muito trabalho.

Apagam-se as luzes. Volta o cenário da praia. Luz amarela no horizonte e azul claro no céu, é o raiar do dia.

O Grãozinho está sentado na beira d’água, olhando para o céu.
Entra a Espuminha, para ao lado do Grãozinho, arquejando de cansada.

ESPUMINHA _ Grãozinho, tenho grandes novidades para você, estive ocupada a madrugada inteira.

GRÃOZINHO _ Fala... Estou ouvindo...

ESPUMINHA ­_ Nossa, para que tanto enfado, hoje será um lindo dia!

GRÃOZINHO_ É por isso mesmo, pois com tanto sol não poderei enxergar a minha amada até a noite. Eu fico muito triste, só de pensar nisso.

ESPUMINHA _ Não fique triste, meu amigo, seus problemas acabaram.

GRÃOZINHO _ Como acabaram?! Você sabe que meu amor é impossível.

ESPUMINHA _ Pode até ser difícil, mas nada é impossível, quando se têm amigos para ajudar. (diz a Espuminha com um sorriso maroto, e ao mesmo tempo fazendo um ar de mistério). TCHAN,TCHAN,TCHAM!

Entram em cena as Nuvenzinhas trazendo pela mão a Estrelinha.
O Grãozinho se levanta e abraça a Estrelinha.

GRÃOZINHO_ Meu amor como você é linda! E o seu brilho, ilumina até o meu coração! Mas como conseguiu chegar até aqui?

ESTRELINHA _ Com a ajuda das minhas amigas, Nuvenzinhas (fala apontando para elas)

2ªNUVENZINHA _ Não podemos esquecer que a ajuda maior foi da D. Brisa que pediu ao Seu Vento para nos dar uma carona.

GRÃOZINHO _ Muito obrigado minhas amigas, agora sou o grão mais feliz de todas as praias e de todo o fundo do mar.(todos se abraçam)

A 1ª Estrelinha se vira a platéia, e fala com o público.

1ª ESTRELINHA _ E assim eles foram felizes para sempre.
Bem meus amiguinhos, essa foi a estória que eu ouvi de como apareceu a Estrela do Mar.
Neste momento, entram todos os atores no palco e catam a música ”Pequenino Grão de Areia”.


FECHA A CORTINA

sexta-feira, outubro 27, 2006

Turbilhão

TURBILHÃO OU CABEÇA VAZIA


Um dia se acorda com uma vontade de fazer alguma coisa diferente, mas não se sabe exatamente o que... Depois de muito pensar, e nada acontecer, simplesmente se senta ao computador e começa a escrever sobre essa vontade que incomoda, mas vazia de idéias. A idéia é só colocar as palavras no “papel”, virtual é claro, mas nada acontece. Ou melhor, tudo acontece, as idéias agora são muitas. Agora aparece um novo desafio, sobre qual dessas idéias escrever. A primeira idéias é escrever sobre a falta delas, mas como elas aparecem aos montes e desordenadas, é preciso ordená-las, para fazer uma escolha. Que tal escrever sobre esse turbilhão que transforma um cérebro, e ainda a quem diga que a cabeça está vazia.
Alguém pode imaginar uma cabeça vazia. Se uma cabeça estivesse vazia estaria tão espremida como um pacote de café embalado à vácuo ou quem sabe como um de lingüiça, a final o efeito visual deve ser bem mais parecido. Uma cabeça sempre está tão cheia e as coisas aparecem lá dentro com tanta rapidez que não se consegue colocar em ordem todos esses acontecimentos. Quer um exemplo? Agora nesse momento, a minha está a mil!... Quero escrever, mas tenho que ir trabalhar, e como me dei conta do turbilhão? Ora é bem simples, se é que alguma coisa dentro de uma cabeça pode-se usar essa palavra como adjetivo, mas vamos lá... Eu estava com aquele “vazio” na cabeça, sentei no computador, ao mesmo tempo descubro que é preciso parar, pois meus olhos passaram de relance pelo relógio, me informando as horas. No exato momento que meus ouvidos captam o som da televisão, que pela programação, informa o mesmo que o relógio. Consegue perceber o turbilhão? Querer escrever, tomar banho, almoçar, e não sei se fico ou se vou. Decido ficar mais alguns minutinhos, afinal não sou demorado para tomar banho... Sem olhar o relógio, a música de abertura do jornal novamente me informa, que o tempo está se esgotando. A cabeça está virando um “mingau”, logo agora que as idéias estavam se organizando. Bem não tem jeito, ela cede as responsabilidades, afinal essas também estão lá dentro, como tempero desse mingau.
Já ouviu o ditado popular “cabeça vazia oficina do diabo”? É que na dita oficina tudo acontece em alta velocidade, ora se a cabeça está vazia como pode acontecer alguma coisa lá dentro. E o turbilhão continua... Vou trabalhar, pensei que lá estaria seguro, mas que nada o turbilhão sem a menor cerimônia acompanha os passos. No metrô ele fez uma festa. Os olhos pararam focalizando um senhor que cochilava, o turbilhão logo começou a fazer das suas perguntando:
_ “O que será que está acontecendo dentro daquela cabeça?”. Será que está vazia, será que está sonhando, se está com quê?
Mas antes de ouvir suas respostas, os olhos viram para outro lado, e percebem uma criança com o dedo no nariz, e o turbilhão no mesmo minuto exclama:
_ ”Que porcaria!”
Mas como não fica calado, pensa se disseram para a criança não esquecer de limpar o nariz e o ficaram apressando antes de sair, obediente está fazendo o que lhe mandaram.
Chegando no trabalho, o telefone imediatamente toca, e ele atrevido diz:
_ Será que tem olhos nesse aparelho, ou algum dispositivo na cadeira, que ao sentar é acionado fazendo o telefone funcionar?
E um outro departamento do turbilhão responde:
_ Ora não reclama, vai ver que já tocou muitas vezes, afinal você está atrasado.
Do outro lado em algum lugar escapa um pensamento, acho que vou continuar escrevendo e enviar para mim por e-mail...
_ Hei!!! Que diabos é isso! Você era só uma cabeça vazia, agora está se achando o máximo. Pensa até que já pode receber e enviar e-mails? Você está querendo ser ator, para ter um personagem?
Nesse instante ouve-se uma voz que vem lá do fundo, e fala num tom imperativo:
_ Onde vocês pensam que estão, vamos acabar com essa bagunça, que tem aqui muito trabalho a ser feito!
As vozes vão se aquietando, e sussurrando dizem que é melhor começar a trabalhar.
Durante a tarde toda a cabeça está tão cheia, funciona tão quieta que nem pensa. Trabalha fazendo tudo direitinha, de forma bem mecânica, lê os e-mails, imprime fichas, prepara pautas, arquiva papéis.
Estou ficando cansado, e penso que horas devem ser, acho que vou tomar um café e fumar. Quem sabe assim o tempo passa mais rápido, e chegue logo a hora de ir para casa. Posso deixar para arquivar esses papéis amanhã, é só chegar um pouquinho mais cedo, e recuperar o atraso de hoje.
Nesse instante, surge uma vozinha estranha, e sutilmente pergunta:
_ “Como se escreve vozinha, assim fica parecendo diminutivo de avó”.
_Mas eu não estou escrevendo, só estou pensando!
E a vozinha, pergunta de novo, num tom mais atrevido:
_ “Tem certeza que é você mesmo, ou será que sou eu o Turbilhão?”.
Começo a ficar preocupado. Acho que se começa a enlouquecer assim. Isso está me parecendo com o “Mundo de Sofia” às avessas.
O Turbilhão volta com todo o seu atrevimento e responde:
_ Ora e o quê, que você tem com isso, se sua cabeça está vazia?
E não me dando tempo de responder, vai logo dizendo que daqui para frente tem que ser escrito com inicial maiúscula. E argumenta cheio de prepotência, se existo, penso, tenho um nome, então tem que ser escrito com letra maiúscula. E eu, com minha cabeça vazia, acabo ficando sem resposta, disfarço penso que é melhor voltar para o trabalho, pois tenho muito em que pensar. Mas o atrevido tem sempre que dar a última palavra e pergunta: _ “tem certeza que sua cabeça está vazia agora, ou será que está vazia quando você está trabalhando? Quando você está trabalhando quem será que está atuando você ou eu?!” Atordoado com tanto vazio na minha pobre cabeça, volto para minha mesa e tento trabalhar, pois sou uma pessoa responsável, e costumo cumprir com meus compromissos.
_Ah! Você é que pensa, esqueceu que a responsabilidade faz parte do meu tempero? Que sou que te digo, se você será ou não responsável?
E eu pergunto assustado: _ E quando é que eu penso por mim mesmo?...

quinta-feira, setembro 07, 2006

Molhos de Tomate que Oferecem Perigo à Saúde

Subject: Molhos de tomate que oferecem perigo à saúdeA Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - Pro Teste - analisou 30 marcas de molhos de tomate industrializados. Dessas, apenas oito são recomendadas ao consumo pela Pro Teste. Dos enlatados, o Jurema Salsatelli foi apontado como o melhor do teste. Já o Cêpera foi classificado como a escolha certa, que significa melhor relação custo x benefício.. Os outros cinco avaliados positivamente foram: Knorr-Cica Pomarola, Sendas, Great Value Luppini Pronto e Fugini. Entre os molhos de caixinha, somente um é recomendado: Knorr-Cica Pomarola, considerado como a escolha certa e o melhor do teste.Durante o teste, foram encontrados pêlos de roedores em duas marcas: Tomatino - em lata - e Arisco Tarantella - em caixa.

Em 16 molhos foram encontrados fragmentos de insetos e larvas e, em alguns casos, o bicho foi encontrado inteiro. São eles: Big, Carrefour, Cirio, Etti Salsareti, Mais por Menos, Olé, Peixe Tomatelli, Tomatento, Predilecta - todos em lata -,Etti Salsaretti, Olé, Palmeiron, Parmalat, Peixe Tomatelli, Quero e Tomatino - em caixa.Além disso, foi realizada uma avaliação para determinar possíveis contaminações que o produto pode sofrer. As marcas foram submetidas a temperaturas ideais para o desenvolvimento de microorganismos. Cinco delas produziram gás e estufaram: Comprebem, Extra, Predilecta, Quero Marinara e Tradelli.Ao final, foi concluído que sete produtos oferecem risco à saúde por terem propensão à deterioração. São eles: Comprebem, Extra, Quero Marinara,Predilecta, Tradelli e Tomatino - todos em lata - e Arisco Tarantella - em caixinha. Todos estes foram eliminados do teste. A Pro Teste já entrou com ações nos Fóruns Central e do Jabaquara, em São Paulo, pedindo para tirar de circulação os produtos reprovados. O intuito é que haja a busca e a apreensão desses molhos de tomate nos supermercados da Companhia Brasileira de Distribuição (Extra e Pão de Açúcar), Carrefour e Wal-Mart (Big), conforme solicitado nas ações.Soraia Abreu PedrozoDa equipe do DiárioNetPublicada em: 5/7/2006 http://diarionet.terra.com.br/consumidorsub.action.aspx?idPageItem=8959