sexta-feira, setembro 25, 2009

Qudra Chinês da "Dinastia Canção do Norte" de 1085


Quadro chinês-ano 1085

Siga estas instruções:
Vá com calma e passeie neste longo quadro. Desloque o cursor de um lado para o outro para movimentar o cenário.

Logo que apareçam os quadrados brancos, clique neles. São 3 ao todo, dos quais surgem animações bem cuidadas e meticulosas..

Você entrará no local e verá os detalhes.

É um quadro chinês muito célebre. As pessoas fazem fila de horas no museu de Xangai para vê-lo.

O quadro foi pintado em 1085-1145, durante a dinastia da "Canção do Norte".

Note a perspectiva usada, foi chegar só muito tempo depois na Europa.

Foi repintado durante a dinastia Qing. Mede 5,28m de comprimento e 24,8cm de altura.

É considerado como um dos grandes tesouros da China e esteve exposto no museu de arte de Hong-Kong no ano passado.

Clique neste endereço: http://www.npm.gov.tw/exh96/orientation/flash_4/index.html

domingo, setembro 20, 2009

... Então eu vendi.






Um rapaz de 16 anos chega em casa com um Porsche e os pais gritam:


-Onde conseguiu isto?
Ele calmamente responde: -Acabei de comprar.
Com que dinheiro? perguntam. Sabemos quanto custa um Porsche!
- Bem, ele disse, este custou 15 dólares.
E os pais esbravejaram ainda mais:
- Quem venderia um carro destes por 15dólares???
- A senhora logo acima na rua. Não sei seu nome, recém mudou-se para cá.
Ela me viu passando de bicicleta e perguntou se queria comprar o Porsche por 15 dólares.

- Santo Deus! gemeu a mãe, deve abusar de crianças. Quem sabe o que fará
depois? John, vá lá imediatamente, para ver o que está acontecendo.
O pai foi até à casa da senhora e ela calmamente plantava petúnias no jardim.
Ele se apresentou como pai do rapaz a quem ela vendeu o Porsche e perguntou por que ela havia feito aquilo.


- Bem, disse ela, pensei que meu marido estivesse
viajando a serviço, mas descobri que ele fugiu para o Havaí com a secretária e não pretende voltar...
Esta manhã ele me ligou e pediu que vendesse o Porsche e lhe enviasse o dinheiro...

...Então eu vendi.
(As mulheres são ou não são maravilhosas?!)

sábado, setembro 19, 2009

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Colégio Brasileiro de Genealogia ensina como pesquisar nos arquivos da Torre do Tombo

COMO PESQUISAR NA TORRE DO TOMBO ONLINE

Por Fábio Arruda de Lima

O ANTT – Arquivo Nacional da Torre do Tombo, como o nome diz, é o arquivo geral / nacional português; o local onde está instalado se chama Torre do Tombo. (tombo aí significada material tombado, preservado). As bases de dados informatizadas até agora, até então consultáveis apenas in loco, na Sala de Referência, estão finalmente disponíveis na internet.

As descrições pertencentes à documentação das Memórias Paroquiais, União Nacional, Registo Geral de Mercês*, Chancelaria de D. Duarte, Chancelaria de D. João II, Junta Nacional de Educação e processos crime do Tribunal do Santo Ofício, cuja documentação se encontra na Torre do Tombo, podem ser consultadas através do seguinte endereço:

http://antt.dgarq.gov.pt

* Em Português de Portugal, diz-se REGISTO, diferente do REGISTRO do Português do Brasil .

Como pesquisar:

No "Topo da Tela", entre "Início" e "Imagens" há um ícone "Descrições Arquivísticas". Clique.

1. preencher o campo "AnyText" com as palavras-chave desejadas;

Digite um sobrenome a ser pesquisado, tal como Pereira da Costa, por exemplo.
Duas coisas importantes:

  1. observe os conectivos AND, OR e "FRASE COMPLETA";
  2. sem marcar a opção "FRASE COMPLETA", o sistema lhe dará todos os Pereiras e todos os Costas;
  3. se assim o fizer, vai conseguir um resultado imenso, um sem número de respostas.
2. não preencher o campo "código de referência". Se ele for preenchido, leva-nos a uma pesquisa em uma base de dados específica, ou seja, teremos que fazer isso várias vezes. Impraticável...

3. para resolver o problema do "AnyText", acrescente uma informação, mantendo definida a opção do conectivo "AND".

Exemplo 1: digite - Pereira da Costa Pernambuco; (opção "AND")
Dessa forma, o sistema vai procurar apenas as opções que contenham Pereira da Costa e Pernambuco ao mesmo tempo.

Exemplo 2: digite - Engenho Brasil Rego
Nota: lembre-se de manter definida a opção AND!!!

Exemplo 3: digite - "anytext" = Olinda e "código de referência" = TSO/IL (Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa);
O Resultado será todos os documentos da Inquisição que contenham o texto OLINDA (Pernambuco). Você terá sua pesquisa refinada, mas se quiser documentos da Inquisição de Recife, Porto Calvo, Itamaracá, por exemplo, você não terá. Vai ter que refazer com cada região pretendda.

Portanto, você precisa apenas ser criterioso ao escolher as palavras pra preencher o "AnyText". Logo, você deverá fazer o papel de filtro do Sistema Gerenciador de Bando de Dados, pois, do contrário, receberá informações em excesso ou perderá informações importantes.

Se o interesse for bem específico, então preencha o "código de referência" e coloque a sigla que desejar:

MPRQ - Memórias Paroquiais
UM - União Nacional
RGM - Registo Geral de Mercês
CHR/H - Chancelaria de D.Duarte
CHR/J - Chancelaria de D. João II
JNE - Junta Nacional de Educação
TSO/IL - Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa
TSO/IC - Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Coimbra
TSO/IE - Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Évora.


Se você, como genealogista, precisar consultar e obtiver muitos nomes na mesma consulta e forem de seu interesse interessam apenas aqueles em que aparece a Filiação, dou o seguinte “caminho das pedras”:

vá ao campo de conteúdo e escreva a palavra FILIAÇÃO.

Fazendo isso você obtém os documentos que contém a filiação do indivíduo a ser pesquisado. Vai poupar seu tempo, pois não precisará ler um documento inteiro para perceber que não há referência aos pais...

sexta-feira, setembro 18, 2009

E mais... Olavo Bilac

S� (Olavo Bilac)

Este que um Deus cruel arremessou � vida
Marcando com um sinal da sua maldi��o
Este que desabrochou com uma erva m�
Nascida apenas para os p�s ser calcada no ch�o.
De motejo em motejo arrasta a alma ferida
Sem const�ncia no amor dentro do cora��o,
Sente, crespa crescer a selva retorcida
Dos pensamentos maus, filhos da solid�o.
Longos dias sem sol. Noites de eterno luto.
Alma cega, perdida �-toa no caminho,
Roto casco de nau desprezado no mar
E �rvore acabar� sem nunca dar um fruto.
E homem h� de morrer como viveu:
Sozinho, sem ar, sem luz, sem Deus
Sem f�, sem p�o, sem lar.

A Boneca (Olavo Bilac)

Deixando a bola e a peteca,
Com que inda h� pouco brincavam,
Por causa de uma boneca,
Duas meninas brigavam.
Dizia a primeira: "� minha!"
- "� minha!" a outra gritava;
E nenhuma se continha,
Nem a boneca largava.
Quem mais sofria (coitada!)
Era a boneca. J� tinha
Toda a roupa estra�alhada,
E amarrotada a carinha.
Tanto puxaram por ela,
Que a pobre rasgou-se ao meio,
Perdendo a estopa amarela
Que lhe formava o recheio.
E, ao fim de tanta fadiga,
Voltando � bola e � peteca,
Ambas, por causa da briga,
Ficaram sem a boneca ...

Um Beijo (Olavo Bilac)

Foste o beijo melhor da minha vida,
ou talvez o pior...Gl�ria e tormento,
contigo � luz subi do firmamento,
contigo fui pela infernal descida!
Morreste, e o meu desejo n�o te olvida:
queimas-me o sangue, enches-me o pensamento,
e do teu gosto amargo me alimento,
e rolo-te na boca malferida.
Beijo extremo, meu pr�mio e meu castigo,
batismo e extrema-un��o, naquele instante
por que, feliz, eu n�o morri contigo?
Sinto-me o ardor, e o crepitar te escuto,
beijo divino! e anseio delirante,
na perp�tua saudade de um minuto...

Inania Verba (Olavo Bilac)

Ah! quem h� de exprimir, alma impotente e escrava,
O que a boca n�o diz, o que a m�o n�o escreve?
- Ardes, sangras, pregada � tua cruz e, em breve,
Olhas, desfeito em lodo, o que te deslumbrava...
O Pensamento ferve, e � um turbilh�o de lava:
A Forma, fria e espessa, � um sepulcro de neve...
E a Palavra pesada, abafa a Id�ia leve,
Que, perfume e clar�o, refulgia e voava.
Quem o molde achar� para a express�o de tudo?
Ai! quem h� de dizer as �nsias infinitas
Do sonho? e o c�u que foge � m�o que se levanta?
E a ira muda? e o asco mudo? e o desespero mudo?
E as palavras de f� que nunca foram ditas?
E as confiss�es de amor que morrem na garganta?

Mais de Olavo Bilac

Deixa o Olhar do Mundo (Olavo Bilac)

Deixa que o olhar do mundo enfim devasse
Teu grande amor que � teu maior segredo!
Que terias perdido, se, mais cedo,
Todo o afeto que sentes se mostrasse?
Basta de enganos!
Mostra-me sem medo
Aos homens, afrontando-os face a face:
Quero que os homens todos, quando eu passe,
Invejosos, apontem-me com o dedo.
Olha: n�o posso mais!
Ando t�o cheio
Deste amor, que minh'alma se consome
De te exaltar aos olhos do universo...
Ou�o em tudo teu nome, em tudo o leio:
E, fatigado de calar teu nome,
Quase o revelo no final de um verso.

Em Mim Tamb�m (Olavo Bilac)

Em mim tamb�m, que descuidado vistes,
Encantado e aumentando o pr�prio encanto,
Tereis notado que outras cousas canto
Muito diversas das que outrora ouvistes.
Mas amastes, sem d�vida ... Portanto,
Meditai nas tristezas que sentistes:
Que eu, por mim, n�o conhe�o cousas tristes,
Que mais aflijam, que torturem tanto.
Quem ama inventa as penas em que vive;
E, em lugar de acalmar as penas, antes
Busca novo pesar com que as avive.
Pois sabei que � por isso que assim ando:
que � dos loucos somente e dos amantes
na maior alegria andar chorando

Primavera (Olavo Bilac)

Ah! quem nos dera que isso, como outrora,
inda nos comovesse! Ah! quem nos dera
que inda juntos pudessemos agora
ver o desabrochar da primavera!
Sa�amos com os passaros e a aurora,
e, no ch�o, sobre os troncos cheios de hera,
sentavas-te sorrindo, de hora em hora:
"Beijemo-nos! amemo-nos! espera!"
E esse corpo de rosa recendia,
e aos meus beijos de fogo palpitava,
alquebrado de amor e de cansaco....
A alma da terra gorjeava e ria...
Nascia a primavera...E eu te levava,
primavera de carne, pelo bra�o!

Remorso (Olavo Bilac)

�s vezes, uma dor me desespera...
Nestas �nsias e d�vidas em que ando.
Cismo e pade�o, neste outono, quando
Calculo o que perdi na primavera.
Versos e amores sufoquei calando,
Sem os gozar numa explos�o sincera...
Ah! Mais cem vidas! com que ardor quisera
Mais viver, mais penar e amar cantando!
Sinto o que desperdicei na juventude;
Choro, neste come�o de velhice,
M�rtir da hipocrisia ou da virtude,
Os beijos que n�o tive por tolice,
Por timidez o que sofrer n�o pude,
E por pudor os versos que n�o disse!

Ao Cora��o Que Sofre (Olavo Bilac)

Ao cora��o que sofre, separado
Do teu, no ex�lio em que a chorar me vejo,
N�o basta o afeto simples e sagrado
Com que das desventuras me protejo.
N�o me basta saber que sou amado,
Nem s� desejo o teu amor: desejo
Ter nos bra�os teu corpo delicado,
Ter na boca a do�ura de teu beijo.
E as justas ambi��es que me consomem
N�o me envergonham: pois maior baixeza
N�o h� que a terra pelo c�u trocar;
E mais eleva o cora��o de um homem
Ser de homem sempre e, na maior pureza,
Ficar na terra e humanamente amar.

Velhas �rvores (Olavo Bilac)

Olha estas velhas �rvores, mais belas
Do que as �rvores mo�as, mais amigas,
Tanto mais belas quanto mais antigas,
Vencedoras da idade e das procelas...
O homem, a fera e o inseto, � sombra delas
Vivem, livres da fome e de fadigas:
E em seus galhos abrigam-se as cantigas
E os amores das aves tagarelas.
N�o choremos, amigo, a mocidade!
Envelhe�amos rindo. Envelhe�amos
Como as �rvores fortes envelhecem,
Na gl�ria de alegria e da bondade,
Agasalhando os p�ssaros nos ramos,
Dando sombra e consolo aos que padecem!

Ouvir Estrelas (Olavo Bilac)

"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muitas vezes desperto
E abro as janelas, p�lido de espanto...
E conversamos toda a noite, enquanto
A via-l�ctea, como um p�lio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo c�u deserto.
Direis agora: "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando est�o contigo?"
E eu vos direi: "Amai para entend�-las!
Pois s� quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas."

Foto de webcam

Não ser fotogênica, já ruim, mas não ser fotogênica e ainda tirar foto com webcam é um terror!
Posted by Picasa